Da porteira para dentro, o que fazer primeiro.

Um retrato da propriedade como ela está hoje, com o plano do que regularizar, do que ajustar e do que pode esperar.

O diagnóstico olha a propriedade rural: o uso de cada parte da área, o que se produz e como, a situação ambiental e os documentos do imóvel e da produção. A leitura dos documentos vem com a visita à área, feita pela equipe ou por parceiro, conforme o escopo, e o que falta é registrado como falta.

O resultado é um plano com prioridades: o que regularizar, o que ajustar nas práticas e o que pode esperar. Estudos que exigem responsável técnico, como o georreferenciamento e os levantamentos ambientais, ficam com parceiros habilitados, e a Manhattan integra o resultado ao plano.

  • Produtores rurais
  • Proprietários que precisam regularizar a situação ambiental
  • Cooperativas que querem conhecer as propriedades dos cooperados
  • Produtores que pretendem certificar ou exportar

O que você recebe.

  • Retrato do uso da área: produção, vegetação nativa e áreas a recuperar
  • Situação dos documentos do imóvel e da produção, com o que falta
  • Leitura da situação ambiental, com os pontos que pedem regularização
  • Avaliação das práticas de produção e dos registros de campo
  • Indicação dos estudos que pedem parceiro habilitado
  • Plano de prioridades: o que fazer primeiro, com quem e em que ordem

Como funciona.

  1. Conversa

    A conversa de diagnóstico define a área, as culturas e o objetivo: regularizar, produzir mais, certificar ou exportar.

  2. Documentos

    O produtor envia os documentos do imóvel e da produção, e a equipe confere cada um antes da visita.

  3. Visita

    A área é percorrida para conferir o uso do solo, a produção, as práticas e os pontos ambientais.

  4. Plano

    O relatório junta o que foi visto e lido e traz o plano do que fazer primeiro, apresentado ao produtor.

O que precisamos de você.

  • Documentos do imóvel, como a matrícula, o cadastro do imóvel rural e o Cadastro Ambiental Rural
  • Licenças e autorizações ambientais que a propriedade já tem
  • Dados de produção das últimas safras, por cultura
  • Cadernos de campo e notas de compra de insumos, se houver
  • Mapas, croquis ou coordenadas da área, se existirem

Como contratar.

Como se cobra
Por escopo. O valor depende do tamanho e do acesso da área, do número de culturas e do que o diagnóstico precisa cobrir. Estudos de parceiros habilitados, quando necessários, são orçados à parte.
Prazo
O prazo depende da área, do acesso à propriedade, da época do ano e dos documentos disponíveis, e é informado na proposta.
Primeiro contato
Resposta em até 2 dias úteis, com a conversa de diagnóstico sem custo.
Ver como trabalhamos →

A propriedade precisa estar com a documentação em dia?

Não. O diagnóstico existe para mostrar o que está em ordem e o que falta. O que falta entra no plano, na ordem em que deve ser resolvido.

Qual a diferença para o diagnóstico agroexportador?

Este olha o campo: área, produção, situação ambiental e práticas. O agroexportador olha a empresa como vendedora ao exterior: produto, volume, documentos e mercado. Quem produz e exporta pode precisar dos dois.

E se o diagnóstico encontrar área a recuperar?

Ela entra no plano, com as opções de recuperação e a prioridade de cada uma. O projeto de recuperação, se o proprietário quiser, é um serviço à parte, com parceiros habilitados.

Com quem ficam os dados da propriedade?

Com o produtor. A Manhattan usa as informações só para o trabalho contratado e não as compartilha sem autorização.

Quer começar por este serviço?

Conte o seu caso. A resposta chega em até 2 dias úteis, e a conversa de diagnóstico não tem custo.