O que vender e importar, decidido com dados.

Dados públicos de compras, monitoramento de editais e automação com inteligência artificial, para empresas que vendem ao governo e ao mercado.

O dado público vira vantagem.

  • Só fontes públicas, citadas em cada estudo
  • Estudo exclusivo de quem o pediu
  • Inteligência artificial com revisão humana

As compras públicas deixam rastro. Editais, atas de registro de preços e contratos são publicados, e a Lei nº 14.133/2021 concentrou a divulgação no Portal Nacional de Contratações Públicas, em formato de dados abertos (art. 174). Ali está o que o governo compra, quanto paga e de quem.

O problema é a escala. São muitas publicações, descrições fora do padrão e unidades que não conversam entre si. Sem método, o dado vira ruído, e a empresa continua decidindo por intuição o que oferecer, onde entrar e quanto cobrar.

A frente de inteligência parte de uma pergunta de negócio e responde com dados: levantamentos de demanda, monitoramento de editais, preços praticados e mapa da concorrência. Quando o gargalo é operacional, a mesma equipe automatiza a leitura de editais e desenvolve sistemas sob medida, sempre com revisão humana e decisão da empresa.

Do dado público à decisão comercial.

Primeiro a pergunta. Depois o dado.

  1. Pergunta

    A empresa define o que precisa decidir: que produto ofertar, onde disputar, o que importar.

  2. Levantamento

    A equipe cruza dados públicos de compras, preços praticados e concorrência.

  3. Leitura

    O levantamento vira uma leitura técnica, com oportunidades e riscos explicados.

  4. Rotina

    Monitoramento e automação levam a informação para o dia a dia da equipe comercial.

Perguntas que os dados respondem.

  • Vale a pena entrar nesse mercado?

    O levantamento mostra quanto o governo compra do produto, com que frequência, em que época do ano e por qual modalidade, antes do investimento.

  • O nosso preço compete?

    Preços praticados em contratações comparáveis, com data, quantidade e local, mostram onde o preço da empresa fica e que risco corre em cada patamar.

  • Quem vence essas disputas?

    O mapa da concorrência mostra quem forneceu, com que frequência e onde, a partir dos resultados publicados.

  • Estamos perdendo editais que nos interessam

    O monitoramento busca nas fontes acompanhadas, filtra pelo perfil da empresa e entrega cada edital com uma ficha curta.

  • A equipe passa o dia lendo editais

    A automação lê editais, extrai exigências e preenche modelos. O tempo da equipe fica para o que pede julgamento.

  • Propostas e contratos vivem em planilhas soltas

    Um sistema sob medida reúne o controle num só lugar, desenhado a partir do processo real de quem usa e entregue em partes.

Dados com contexto de quem compra.

  • Leitura de quem conhece o processo

    Dado de compra pública só faz sentido com o processo por trás. A equipe sabe o que significa cada modalidade, cada ata e cada resultado, porque conhece o rito por dentro.

  • Fonte citada, lacuna declarada

    Cada número do estudo aponta a fonte pública de onde veio. Quando um órgão publica pouco ou fora do padrão, a lacuna é registrada em vez de preenchida com estimativa.

  • A empresa decide

    Estudos mostram oportunidades e riscos; a inteligência artificial lê e sugere. Preço, participação e envio continuam com a empresa.

  • Dados protegidos

    Os documentos da empresa ficam restritos ao trabalho contratado, com acesso e guarda definidos na proposta e medidas de segurança para os dados pessoais (art. 46 da Lei nº 13.709/2018).

Para quem precisa decidir antes do edital.

  • Empresas que vendem ao governo
  • Distribuidores e revendas
  • Fabricantes e importadores
  • Equipes comerciais e de licitação
  • Empresas com processos a automatizar

O vocabulário dos dados.

PNCP
Portal Nacional de Contratações Públicas, sítio oficial de divulgação centralizada e obrigatória dos atos da Lei nº 14.133/2021 (art. 174).
Dados abertos
Formato que permite baixar e cruzar registros públicos em vez de copiá-los à mão. É o formato adotado pelo PNCP.
Preço praticado
Valor efetivamente contratado em compras anteriores do mesmo item. Serve de parâmetro para a Administração estimar o valor da contratação (art. 23 da Lei nº 14.133/2021) e para a empresa defender o seu preço.
Mapa da concorrência
Quem forneceu, com que frequência e em quais locais, levantado a partir dos resultados publicados.
Série histórica
Registro das compras de um mesmo item ao longo do tempo, que mostra a época do ano em que se concentram e a tendência de volume.
Revisão humana
Ponto do fluxo automatizado em que uma pessoa confere a saída da máquina antes do uso, com registro de quem aprovou.
Protótipo navegável
Versão das telas do sistema que a empresa percorre e aprova antes do desenvolvimento, quando corrigir o desenho ainda é barato.
Integração
Troca automática de dados entre o sistema novo e os que a empresa já usa, como o financeiro ou o de notas fiscais.

Leitura da frente.

A rotina da empresa, com escopo escrito.

Para empresas que disputam, fornecem, importam ou exportam com frequência. A equipe acompanha a rotina no escopo combinado, e o valor sai na proposta, depois da conversa de diagnóstico.

Não sabe por qual frente começar? Faça o diagnóstico rápido

De onde vêm os dados?

De fontes públicas de compras e contratações, cruzadas e conferidas pela equipe. Nenhum dado sigiloso entra na análise.

Cada estudo é exclusivo da empresa que o pediu?

Sim. A leitura feita para uma empresa não é compartilhada com outros clientes.

A inteligência artificial decide pela empresa?

Não. Ela lê, organiza e sugere; quem decide é sempre uma pessoa, e toda saída automática passa por revisão humana.

Quanto custa e em quanto tempo fica pronto um sistema?

Escopo, prazo e preço só são definidos depois do diagnóstico. Antes de entender o processo, qualquer número seria palpite.

Os estudos usam dados pagos ou sigilosos?

Não. Os estudos trabalham só com dados públicos. Orçamento sigiloso e informação reservada ficam fora do estudo.

Dá para começar pequeno?

Sim. Um levantamento de um produto, num recorte de locais e de período, já responde a muitas perguntas, e o recorte pode crescer depois.

A automação funciona com os documentos da minha empresa?

Funciona a partir deles: modelos de proposta, declarações e editais já disputados são a base do desenho, testado com documentos reais antes de entrar em uso.

Comece pela pergunta.

Conte o que a empresa vende, para quem e o que precisa decidir. A equipe responde com o caminho do levantamento.