Agro e exportação
Da propriedade ao comprador internacional.
Exportação de produtos amazônicos e do agro, busca de compradores internacionais e serviços ao produtor, do diagnóstico da propriedade à rastreabilidade.
O cenário
Exportar começa muito antes do embarque.
- Diagnóstico antes da primeira oferta
- Rastreabilidade do lote, do campo ao comprador
- Nenhuma apresentação antes do acordo
Produtos do agro e da floresta brasileira têm procura no exterior, mas o comprador internacional compra também a prova: de onde veio o produto, como foi produzido, se cumpre as regras sanitárias do destino e se a origem é livre de desmatamento. Sem essa prova, a oferta não passa da primeira conversa.
Do lado do produtor, as perguntas são outras. O volume e a qualidade sustentam um contrato de exportação? A propriedade está regular? Quais documentos o mercado de destino exige? Quem faz o embarque? Responder a isso antes da primeira oferta poupa tempo, dinheiro e reputação.
A frente de agro e exportação organiza esse caminho: diagnostica a propriedade e o produto, prepara rastreabilidade e certificação, busca compradores e intermedeia a negociação, sempre depois do cadastro e do acordo de confidencialidade. Estudos ambientais e projetos de restauração seguem com parceiros habilitados. A Manhattan não é certificadora, laboratório nem gestora de créditos de carbono.
01O que fazemos
Do produtor ao mercado externo.
Exportação
Produtos amazônicos e do agro, como cacau, açaí, pimenta-do-reino e café, com a documentação que o mercado de destino exige.
Compradores internacionais
Busca de compradores no exterior e intermediação comercial, sempre depois do cadastro e do acordo de confidencialidade.
Diagnóstico agroexportador
Avaliação do produto, do volume, dos documentos e do mercado antes da primeira oferta ao exterior.
Diagnóstico da propriedade
Levantamento da área, da produção, da situação ambiental e dos documentos, com o plano do que fazer primeiro.
Rastreabilidade
Registro da origem, do manejo e do lote, do campo ao comprador.
Preparação para certificação
Organização das práticas e dos documentos que a certificadora vai verificar; o certificado é emitido por ela.
Floresta e restauração
Projetos de plantio, de sistemas agroflorestais e de recuperação de áreas, com parceiros habilitados.
02Como funciona
Nenhuma apresentação antes do acordo.
Cadastro
O produtor ou o comprador informa o produto, o volume, a frequência e o mercado de interesse.
Diagnóstico
Produto, documentos e propriedade são avaliados antes de qualquer oferta.
Confidencialidade
As partes assinam o acordo de confidencialidade e de não circunvenção antes de qualquer apresentação.
Operação
Despacho, frete e câmbio seguem com parceiros habilitados, e a Manhattan acompanha cada documento.
Quando nos chamar
Quando o produtor mira o mercado externo.
Um comprador estrangeiro pediu amostra e documentos
Antes de responder, o diagnóstico confere volume, qualidade, documentação e as exigências do destino, para a oferta não prometer o que a produção não entrega.
A cooperativa quer exportar em conjunto
Volumes de vários produtores somados pedem padronização, registro por lote e regras claras de qualidade. A rastreabilidade organiza isso desde o campo.
O mercado de destino exige origem comprovada
Regras de alguns mercados, como as da União Europeia para produtos ligados ao desmatamento, pedem prova de origem por área. Georreferenciamento e registro de lote formam essa prova.
A certificação ainda é um projeto
As práticas e os documentos que a certificadora vai verificar são organizados antes da auditoria. O certificado é emitido por ela.
Há uma área degradada na propriedade
Projetos de plantio, de sistemas agroflorestais e de recuperação de áreas, com parceiros habilitados, a partir do diagnóstico da propriedade.
Um comprador internacional procura fornecedor no Brasil
A busca de produtores e agroindústrias parte da especificação do comprador e só apresenta as partes depois do cadastro e do acordo de confidencialidade.
Por que a Manhattan
Prova de origem antes da oferta.
Diagnóstico primeiro
Nenhuma oferta sai antes de conferir produto, volume, documentos e mercado. Exportação que começa mal costuma terminar em contrato desfeito.
Confidencialidade dos dois lados
Produtores e compradores só são apresentados depois do cadastro e do acordo de confidencialidade e de não circunvenção.
Papéis claros
A Manhattan diagnostica, organiza, busca e intermedeia. Certificação, laudos, análises e embarque ficam com quem é habilitado para cada um, e nada é prometido antes da hora.
Rigor de contrato
A equipe vem do mundo dos contratos e dos processos. Condições comerciais, Incoterm, prazos e documentos são tratados com o mesmo rigor de uma licitação.
03Para quem
Para quem produz, beneficia ou compra.
- Produtores rurais
- Cooperativas e associações de produtores
- Agroindústrias
- Compradores internacionais
- Proprietários com áreas a recuperar
Palavras da frente
O vocabulário da exportação.
- Rastreabilidade
- Registro da origem, do manejo e do caminho de cada lote, do campo ao comprador, que permite provar de onde o produto veio.
- Georreferenciamento
- Delimitação da área por coordenadas geográficas. É a base dos mapas que comprovam onde o produto foi colhido.
- Cadastro Ambiental Rural
- Registro público eletrônico das informações ambientais do imóvel rural, obrigatório para as propriedades rurais no Brasil.
- Certificado fitossanitário
- Documento oficial que atesta a condição sanitária de produtos vegetais exportados, conforme as exigências do país de destino.
- Certificação
- Verificação, feita por certificadora independente, de que a produção segue um padrão, como o orgânico ou o de boas práticas. Quem emite o certificado é a certificadora.
- Due diligence de origem
- Conjunto de verificações que o comprador faz, ou que o mercado de destino exige, para confirmar que o produto vem de área regular.
- Incoterm
- Regra internacional que diz até onde vão os custos e o risco do vendedor, como FOB ou CIF. Define o que está incluído no preço da exportação.
- Sistema agroflorestal
- Cultivo que combina árvores e lavouras na mesma área, usado na produção e na recuperação de áreas degradadas.
Para ir mais fundo
Leitura da frente.
Na Magazine
- Prova de origem: o que o comprador europeu vai pedir ao produtor brasileiroAs regras da União Europeia para produtos ligados ao desmatamento levam ao fornecedor a tarefa de provar de onde veio cada lote. O que entra na due diligence do comprador, como o produtor se prepara e onde a prova costuma falhar.
- Antes da primeira carga: o que o comprador internacional pede ao exportadorDocumentos, padrão de produto, rastreabilidade, volume e regularidade: o que o comprador no exterior confere antes de fechar a primeira compra e como o produtor se prepara para responder com documento.
Nos Downloads
Checklist do exportador inicianteO que conferir antes da primeira oferta ao exterior: produto, volume, qualidade, habilitação, exigências do destino, documentos, Incoterm e pagamento.Ver o material →
Guia de rastreabilidade e prova de origemComo ligar cada lote à área de produção e a cada passo até o comprador, com os registros que a due diligence de origem pede e os erros que derrubam a prova.Ver o material →
Checklist da propriedade para exportarA propriedade em dia antes de vender para fora: imóvel e posse, Cadastro Ambiental Rural, georreferenciamento, licenças, áreas protegidas, produção e trabalho.Ver o material →
Roteiro de negociação com comprador internacionalDa primeira conversa ao contrato de venda: comprador, especificação, amostra, volume, Incoterm, pagamento, documentos do destino e cláusulas a conferir.Ver o material →
Planos de acompanhamento
A rotina da empresa, com escopo escrito.
Para empresas que disputam, fornecem, importam ou exportam com frequência. A equipe acompanha a rotina no escopo combinado, e o valor sai na proposta, depois da conversa de diagnóstico.
Não sabe por qual frente começar? Faça o diagnóstico rápido
Perguntas frequentes
Quando a Manhattan apresenta compradores ou vendedores?
Só depois do cadastro e da assinatura do acordo de confidencialidade e de não circunvenção. Antes disso, nenhuma parte é apresentada.
A Manhattan promete venda, embarque ou certificação?
Não. Venda, embarque e certificação dependem do comprador, das autoridades e das certificadoras. A Manhattan cuida do método e da documentação.
A Manhattan emite certificação, laudos ou créditos de carbono?
Não. Certificação é da certificadora, análises são de laboratórios credenciados e créditos de carbono, das instituições habilitadas. A Manhattan prepara a propriedade e a documentação.
Quais produtos podem ser exportados?
Produtos amazônicos e do agro, como cacau, açaí, pimenta-do-reino, café, grãos e frutas. Cada produto passa antes pelo diagnóstico de documentação e de mercado.
Quem conduz os estudos ambientais?
Parceiros habilitados para cada estudo. A Manhattan integra o trabalho deles ao plano da propriedade.
A Manhattan compra a produção?
Não. A Manhattan diagnostica, organiza e intermedeia a negociação entre produtor e comprador; quem vende e quem compra são as partes.
Pequenos produtores podem exportar?
Podem, quase sempre em conjunto, por cooperativa ou associação, que soma volume e padroniza a qualidade. O diagnóstico mostra o caminho para cada caso.
Quanto tempo leva para começar a exportar?
Depende do produto, da documentação da propriedade e das exigências do destino. O diagnóstico indica o que falta e em que ordem resolver.
Toda exportação começa pelo cadastro.
Informe o produto, o volume e o mercado de interesse. A equipe responde com os próximos passos e o acordo de confidencialidade.
